Em nosso mercado é comum falarmos frequentemente sobre redes móveis (3G, 4G e 5G) e como elas são importantes na gestão de frotas.

Mas é sempre bom entendermos ainda mais sobre conectividade e também ajudarmos profissionais que estejam migrando para essa área.

Por isso, fizemos um resumo de como funcionam essas redes. Confira.

Início de tudo

Quem vê a 5G chegando talvez não se lembre lá do passado, quando surgiu a 1G, em 1987. Lançada pela Telstra, de origem australiana, tinha velocidade máxima de 2,4 kbps e seu uso era exclusivo para chamadas de voz, por meio de sinais analógicos, ou seja, tinha pouca qualidade e segurança.

Em 1991, chegou a rede 2G com seus novos recursos, como envio de SMS; logo depois foi aprimorada e passou a ser capaz de alcançar velocidades de até 1 Mbps.

Passado recente

Em 2001, vimos a rede 3G nascer e, junto a ela, um avanço incrível das redes móveis, que permitiu a navegação em sites, enviar e-mails, downloads de músicas, entre outras funcionalidades. Logo, ela evoluiu e teve a versão 3.5G e 3.75G, com maiores velocidades.

Acelerando

Anos depois foi a vez da rede 4G, lançada em 2009. Com ela veio mais qualidade, maior velocidade e capacidade de escala para todos os usuários, com taxas de transmissão máximas de até 1 Gbps.

Conhecida como LTE (Long Term Evolution) a 4G evoluiu e ganhou as versões 4.5G, 4.5G+, 4.9G (ou LTE Pro).

Quase lá

Com a velocidade aumentando ainda mais, principalmente com as necessidades que surgiram durante a pandemia, estamos bem perto da popularização da 5G.

Essa tecnologia proporcionará um grande salto na troca de dados, que terá uma capacidade muito alta.

Na telemetria, ela será muito bem-vinda, pois permitirá muitas funcionalidades e facilidades para desenvolvedores de soluções o que, consequentemente, será positivo para empresas de transportes.

Entraremos em um novo patamar na gestão de frotas e a conectividade aumentará ainda mais. Isso quer dizer mais segurança, agilidade e redução de custos. A Internet das Coisas finalmente ganhará mais corpo e não é só na gestão de frotas que ela será preponderante, mas também vários segmentos, como mobilidade urbana, hospitais, aplicativos, jogos, realidade aumentada, entre outros.