Trabalhar com equipamentos de telemetria e medição de dados que permitam alterar a programação embarcada pode gerar muitas vantagens para as organizações, principalmente aquelas que lidam com gestão de frotas. Porém, para tirar o máximo proveito disso, é preciso adotar algumas práticas que garantem o bom uso de todas as suas funcionalidades.

A seguir, vamos apresentar as melhores práticas para utilizar os hardwares programáveis. Acompanhe e confira!

1. Não utilize apenas os recursos básicos

Para aproveitar as funcionalidades de um hardware programável, a ação mais importante a ser realizada é não utilizar apenas os seus recursos básicos — como localização, velocidade, sensores. O grande diferencial está em trabalhar necessidades específicas e que agreguem inteligência embarcada, fora dos padrões normais; caso contrário, não faz sentido investir nesse tipo de equipamento.

Ao utilizar esse hardware, é possível embarcar novas implementações ao longo do tempo, possibilitando também aumentar o valor do ticket dos prestadores de serviços — e, desse modo, adequando-se gradativamente a novas futures. As atualizações são realizadas via OTA (ou over-the-air). De tal modo, as organizações conseguirão alcançar objetivos como:

  • manter seu cliente final fidelizado, na medida em que atende necessidades futuras;
  • impedir a entrada de concorrentes, oferecendo novos serviços e controles de gestão;
  • atender a mudanças específicas do negócio gradativamente;
  • atender a mudanças de escopo no decorrer das atividades já iniciadas, sem gastos de viagens in loco;

2. Atente-se para o software utilizado

A principal preocupação que você deve ter é com a qualidade do software que será executado no hardware. Isso porque, assim como existem softwares completos, existem softwares dedicados a operações apenas de segurança. É preciso se preocupar e avaliar todos os recursos do sistema, além do ROAD MAP pretendido pelo seu provedor de sistemas — seja ele externo ou interno. De nada adianta um equipamento de ponta, que fornecerá uma transmissão de dados detalhada e com algorítimos embarcados se o software utilizado não conseguir ler essas informações.

É necessário ter uma arquitetura de software perfeita, uma área de testes e estabilidade. Em resumo, o sistema precisa ser bem escrito. Caso contrário, você terá problemas ao rodá-lo no hardware flexível — assim como teria se um programa ruim rodasse em seu smartphone ou computador.

Ainda sobre a programação, é importante que você trabalhe com pessoas que tenham capacidade técnica para o desenvolvimento de software com inteligência embarcada, pois ele tem características bem peculiares. É diferente desenvolver um programa para um notebook e para um hardware robusto, e isso precisa ser considerado.

3. Garanta um monitoramento remoto

É importante que o hardware robusto seja reprogramado remotamente, por isso, garanta a parceria com uma empresa que tenha um canal de comunicação adequado e remoto. Assim, todo o acompanhamento das atividades poderá ser feito pelos funcionários, desde a parametrização até a utilização dos recursos.

Se você enviar status dos seus sensores, por exemplo, a prestadora desse serviço poderá fazer um diagnóstico remoto. Dessa forma, será possível fazer a leitura de sensores, a leitura de entradas, a leitura de saídas e a leitura do GPS periodicamente.

4. Verifique como a empresa contratada confere as informações de software

Outro ponto a ser avaliado é se existe uma plataforma on-line que funcione como um banco de dados robusto, preparada para receber todos os módulos e informações.

Hoje em dia, essa prática é muito aplicada no Business Intelligence (BI), e você precisa verificar se todos esses requisitos estão adequados e sincronizados.

5. Dedique tempo para aprender a controlar os hardwares flexíveis

Apesar de, no início, parecer difícil ou complicado, vale a pena fazer um esforço para aprender a controlar totalmente os hardwares flexíveis. O aprendizado fará com que o equipamento possa ser mais explorado e apresentar resultados muito mais positivos.

Por isso, dedique um tempo para aprender a operar bem o equipamento, de modo que ele possa levar a sua empresa a um patamar superior ao que ela se encontra atualmente. Somente desse modo é possível se manter atualizado com o mercado, agregando valor à prestação de serviços e tornando a abertura de concorrência desnecessária.

6. Atente-se para os ensinamentos repassados

Ao adquirir um hardware programável, há uma equipe de suporte da fábrica que vai dar a você a visão geral do que foi adquirido: uma capacitação inclusa antes mesmo de serem enviada as peças.

Na sequência, de acordo com sua plataforma de software, você poderá receber os hardwares já programados — ou fazer isso internamente. Essa decisão é da sua estratégia de negócios. Também é possível receber os hardwares já programados pela fábrica, mas, nesse caso, é necessário definir o requisito técnico.

Por isso, uma boa dica para utilizar bem esse tipo de hardware é prestar atenção nos ensinamentos repassados nos treinamentos. Essa também é uma boa oportunidade para esclarecer dúvidas que possam surgir sobre o uso do equipamento — pois o instrutor poderá pontuar questões que não tenham ficado claras e, assim, facilitar o uso do equipamento e ampliar as mentes para a criação de novas oportunidades.

7. Garanta a correta validação da instalação

A instalação do hardware programável precisa ser feita por um técnico (principalmente nos casos de sistemas de telemetria complexos), para garantir que tudo está 100% validado.

As empresas que fazem a validação correta não costumam ter a necessidade de retorno para a instalação. Já aquelas que não validam têm uma taxa de retorno para correção muita alta. Por isso, essa é uma prática que deve ser levada em consideração. Conheça os APPs disponíveis para facilitar esse processo tão importante.

8. Tenha cuidado com o local onde o equipamento é instalado

O local a ser instalado o hardware robusto varia de acordo com as características do projeto. Em relação à segurança, é fundamental que o dispositivo seja bem escondido. Mas lembre-se que hardwares programáveis não são indicados para isso — apesar de fazerem localização e bloqueios.

Já nos casos de telemetria, no entanto, o equipamento possui uma antena interna e, por isso, deve ser utilizado em um local com sinal de satélite. Caso contrário, o funcionamento não será adequado.

Dependendo dos sensores que você precisa conectar com características elétricas, é preciso fazer instalações específicas. Além disso, se o rastreador estiver integrado com um equipamento de precisão via satélite, terá que se preocupar com dois equipamentos.

Outra situação é quando são instalados dois rastreadores: uma para a carreta e o outro para o cavalo. Nesse caso, é preciso levar em consideração que a carreta é metálica. Assim, é conveniente agregar uma antena externa para recepção de sinal.

Por conta dessas variáveis, é necessário agir estrategicamente para escolher o local em que será instalado o seu hardware programável. Existem muitas características que envolvem a questão de posicionamento do equipamento. Por isso, analise as necessidades de cada projeto.

Essas são as 8 melhores práticas para usar um equipamento como os da Linha VIRLOC. Não deixe de considerá-las ao utilizar hardwares programáveis. Somente assim você poderá tirar o máximo proveito de um equipamento desse tipo.

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